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02/19/2025A artrose no joelho, também conhecida como osteoartrite, é uma doença crônica que impacta milhões de indivíduos, marcada pela degradação constante da cartilagem articular. Apesar dos tratamentos conservadores serem geralmente efetivos, há circunstâncias onde a cirurgia pode ser imprescindível.
Neste artigo, você entenderá mais sobre a artrose no joelho, quando a cirurgia é necessária e muito mais. Confira!

O que é a artrose no joelho?
A osteoartrite, também chamada de artrose, é uma condição degenerativa que impacta a articulação do joelho. Ela se caracteriza pelo desgaste gradual da cartilagem, um tecido fundamental para a movimentação suave e sem dor da articulação. Este procedimento pode resultar em dor e deformidades, prejudicando a qualidade de vida do paciente.
Quais são os principais sintomas da artrose no joelho?
A artrose no joelho se apresenta através de sinais e sintomas que podem mudar de intensidade de acordo com o estágio da doença. Os elementos principais englobam:
- Dor: Começa após atividades, porém pode se tornar recorrente.
- Rigidez: Principalmente ao despertar ou após longos períodos de inatividade.
- Estalos: Sons produzidos ao mover o joelho.
- Inchaço: Em decorrência de inflamação ou acumulação de líquido na articulação.
- Dificuldade de locomoção: Tarefas como subir degraus ou andar se tornam um desafio.
Quais fatores que levam à progressão da doença?
Vários fatores influenciam o avanço da artrose no joelho, acelerando o desgaste da cartilagem articular e intensificando os sintomas. É importante entender esses fatores para implementar estratégias que possam atrasar a progressão da doença, entre eles estão:
Idade: O processo de envelhecimento diminui a habilidade da cartilagem de se regenerar e a produção de líquido sinovial, essencial para a lubrificação das articulações.
Sobrepeso:A carga do corpo coloca uma pressão extra no joelho, particularmente em atividades como andar ou subir escadas.
Fatores genéticos: A predisposição genética também desempenha um papel importante. Pessoas com histórico familiar de artrose têm maior probabilidade de desenvolver e progredir na doença devido a fatores hereditários que afetam a composição e resistência da cartilagem.
Sobrecarga:Atividades físicas intensas ou trabalhos que exigem esforço contínuo nos joelhos contribuem para o agravamento da enfermidade.
Lesões articulares anteriores: Traumas, fraturas, danos aos ligamentos ou meniscos anteriores podem modificar a biomecânica do joelho, acelerando o avanço da artrose.
Sedentarismo: A ausência de movimento afeta a nutrição da cartilagem, pois o líquido sinovial, responsável pela sua saúde, necessita do movimento articular para se mover.

Tratamentos conservadores antes da cirurgia
A abordagem conservadora para a artrose no joelho visa amenizar os sintomas, aprimorar a funcionalidade articular e retardar o avanço da doença, postergando ou prevenindo a demanda por cirurgia.
- Estilo de vida: Gestão do peso e atividades físicas de baixo impacto (caminhada, natação).
- Fisioterapia: Reforço muscular, exercícios de flexibilidade e terapias manuais.
- Medicamentos: Analgésicos, anti-inflamatórios e protetores articulares (glucosamina e condroitina).
- Infiltrações: Corticosteroides a curto prazo ou ácido hialurônico para lubrificação das articulações.
- Ferramentas de auxílio: Palmilhas, órteses e bengalas para reduzir o esforço no joelho.
- Terapias complementares: Acupuntura e uso de calor e frio para alívio da dor e rigidez.
- Conscientização do paciente: Esclarecer acerca da prevenção e gestão da enfermidade.
Esses procedimentos podem trazer um alívio considerável e prevenir ou postergar a necessidade de procedimentos cirúrgicos. É essencial consultar um ortopedista para adaptar o tratamento às necessidades individuais de cada paciente.
Quais os tipos de cirurgia disponíveis para artrose no joelho?
Quando as terapias convencionais não oferecem o alívio necessário e a qualidade de vida é consideravelmente comprometida, a cirurgia pode ser recomendada. Há diversas modalidades de cirurgia, que se adaptam ao estágio da artrose, à idade e ao nível de atividade do paciente.
Artroscopia: Procedimento minimamente invasivo recomendado para situações leves ou moderadas, com o objetivo de remover fragmentos de cartilagem ou tecido inflamado soltos.
Osteotomia: Trata-se de alinhar os ossos do joelho (tíbia ou fêmur) para redistribuir o peso e diminuir o desgaste na região impactada. Isso pode postergar a exigência de uma prótese completa.
Artroplastia parcial do joelho: Apenas a parte com danos na articulação é removida e substituída por uma prótese, mantendo o restante da articulação intacta. Isso pode ser realizado utilizando uma prótese de metal ou polietileno.
Artroplastia total do joelho: A substituição da articulação do joelho danificada por uma prótese feita de metal (liga de cromo e cobalto) e polietileno (um tipo de plástico super resistente) é realizada. A prótese substitui o fêmur e a tíbia, bem como a região de contato com a patela.
Embora técnicas como a artroscopia e a osteotomia sejam recomendadas para casos menos sérios, a artroplastia total e a parcial são mais recomendadas para situações mais avançadas. Um especialista em ortopedia analisa cada caso para sugerir a opção mais apropriada, a fim de garantir o melhor resultado e qualidade de vida para o paciente.
Recuperação e qualidade de vida após o procedimento
A recuperação da cirurgia de artrose no joelho depende do tipo de procedimento realizado e das características individuais de cada paciente, mas geralmente é um processo gradual que leva semanas ou meses. Nos primeiros dias, é comum sentir desconforto e inchaço, mas a dor tende a diminuir com o tempo.
Em casos de artroplastia total ou parcial, a fisioterapia leve costuma ser iniciada logo após a cirurgia, ajudando a recuperar a mobilidade e fortalecer os músculos ao redor da articulação. Com o acompanhamento adequado e o compromisso com a reabilitação, a maioria dos pacientes retoma suas atividades diárias entre 3 e 6 meses.
A cirurgia oferece um impacto positivo significativo na qualidade de vida. A redução da dor permite maior conforto para realizar atividades cotidianas, como caminhar, subir escadas e praticar exercícios de baixo impacto, como nadar ou pedalar. Essa melhora na mobilidade e na funcionalidade do joelho promove independência, bem-estar físico e emocional.
Quais os resultados esperados após a cirurgia de artrose no joelho?
Os resultados após a cirurgia podem incluir:
- Redução da dor;
- Melhora da função articular;
- Melhoria da mobilidade;
- Diminuição da rigidez;
- Recuperação da autonomia;
- Retorno às atividades físicas;
- Autoconfiança e qualidade de vida;
- Prevenção de prejuízos maiores;
- Durabilidade da prótese (para artroplastia total ou parcial).
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Com mais de 13 anos de experiência, o Dr. Bruno Sbrissia é um médico altamente qualificado, com especialização em Cirurgia do Joelho. Formado em medicina pela Faculdade Evangélica do Paraná e com residência em ortopedia no Hospital Universitário Cajuru, ele é membro da Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia (SBOT) e da Sociedade Brasileira de Cirurgia do Joelho (SBCJ).
Além disso, é Oficial Médico da Polícia Militar do Paraná desde 2010, o que comprova seu compromisso e expertise no atendimento a casos complexos. Entre em contato e agende sua consulta para receber um atendimento de qualidade, com experiência e cuidado especializado!



